Ativistas culturais querem dividir Fazenda Colubandê com Batalhão Florestal

Ativistas culturais de vários segmentos de São Gonçalo estão se organizando para usar o espaço da Fazenda Colubandê. O objetivo é realizar atividades abertas para a população mesmo com o retorno do Batalhão de Polícia Florestal e do Meio Ambiente (BPFMA), que teve a sua volta anunciada para o espaço há dois meses.

No último domingo, o grupo de artistas realizou o Café Cultural, que reuniu cerca de 200 pessoas em discussão sobre os rumos da fazenda. O próximo Café Cultural acontece no dia 26 de novembro, das 9h às 11h.

De acordo com Cleise Campos, integrante do Núcleo de Políticas Culturais do Governo do Estado e uma das integrantes do movimento, a proposta da ocupação cultural na Fazenda Colubandê será em parceira com a Secretaria de Estado de Cultura, Prefeitura de São Gonçalo e a sociedade civil.

“São Gonçalo apresenta baixíssimas opções de equipamentos culturais. A promoção de atividades artísticas e culturais no local, com estímulo ao turismo cultural, discussão e reflexão dos conceitos de educação ambiental e a importância da educação para a preservação do patrimônio cultural são os focos norteadores da ação”, explicou.

Ainda segundo Cleise, a ideia casa com o Programa de Ocupação Cultural (POC) do Rio de Janeiro, um programa recente, implantado na gestão do secretário estadual de Cultura do Estado, André Lazaroni.

“Atento à situação da fazenda, Lazaroni já declarou todo apoio. Ele solicitou audiência com o governador Pezão (Luiz Fernando Pezão), ainda essa semana, convidando alguns integrantes da ‘ocupação cultural’”, explicou.

A ideia é que no espaço aconteçam atividades culturais e artísticas com visitas guiadas, ações de arte-educação, teatro, dança, música, encontros literários, artes visuais, cultura popular, mostra de artesanato, artes plásticas, exibição de filmes, feiras gastronômicas, entre outros.

A assessoria de imprensa da Secretaria de Estado de Cultura foi procurada, mas não deu retorno até o fechamento desta edição.

Fonte: O São Gonçalo

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